domingo, 17 de janeiro de 2016

Pesadelos

Retiro algumas coisas que disse nos últimos dias. Os pesadelos não param. Os pesadelos continuam. E aparecem quando menos espero. Continuo a ser atormentada com pessoas que odeio a matar as pessoas que mais amo. Pessoas que odeio a roubar-me e a "converter" as pessoas que mais amo, a levá-las a revoltar-se contra mim.

Chega a ser irónico isso acontecer, quando uma das pessoas que mais amo está nesses momentos a dormir em paz mesmo ao meu lado, e eu já tenho um nível de confiança que me deveria garantir a mim e ao meu subconsciente que ele não vai a lado nenhum, ninguém lhe vai fazer mal, e nunca vai deixar de gostar de mim por mandamento de outra pessoa.

Sinto-me como o Scott Pilgrim a lutar contra os 7 evil EXs da Ramona Flowers, e às vezes preciso que seja ela a lutar por mim porque é demasiado para eu conseguir.

Mas metáforas à parte, falar do drama da minha vida amorosa parece um bocadinho greedy para esta plateia. A questão é que este é um dos pilares fundamentais da minha vida, e a dor que já causou em tão pouco tempo põe em causa o meu bem-estar físico e consequentemente o meu tratamento. E mesmo quando acordo e não me lembro exactamente do que sonhei, como aconteceu hoje, a dor está lá, e magoa... magoa tanto. E aposto que também o magoa a ele por me ver assim, mesmo sabendo que ultimamente já tenho sentido a certeza de que a culpa desta dor, de facto, não é dele.

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